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sexta-feira, 20 de abril de 2012

UMA HOMENAGEM PARA CHICÃO VELASCO EM PRAIA GRANDE


Na 16ª Edição da Copa Corpo em Ação de Kart na Praia Grande, realizada no dia 1/4/2012, homenageou o grande corredor de Lambretta, Chicão Velasco, de Santos. Na ocasião, o organizador do evento, Ricardo Ribeiro colocou os Karts para corres com as motos. Mas calma, em baterias separadas. Além de uma volta especial, Chicão foi homenagiado com uma placa comemorativa. Para fechar o dia, seu filho, Chiquinho Velasco, ganhou a prova disputada. A matéria foi feita pela TV Tribuna. Parabéns Chicão!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

LAMBRETTAS NO PROGRAMA TV TEM


Esse post está mais de um ano atrasado. Já tinha colocado outros 4 vídeos da reinauguração do Kartódromo de Jaú, mas não o vídeo de programa De Ponta a Ponta, que foi ao ar em 22/7/2010. Agradecimentos ao Carlos Murari Jr. e ao seu pai, Carlos Murari.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

VENENO NA LAMBRETTA



O Carlos Murari Jr. foi uma das primeiras pessoas com quem tive contato no mundo das Lambrettas. Tive o prazer de conhecê-lo em Santos, juntamente com Murari pai e o Chicão. Tempos atrás vocês conheceram a restauração da Lambretta de corrida do seu pai, aqui neste post. O tempo passou e a Lambretta passou por uma geral e recebeu um up-grade no motor. Ficou mais linda ainda. Alguém se atreve a uma disputa? Pra mim já ganhou.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

SCOOTER SCENE # 5 - CORRIDA

Na Scooter Scene #5, de Março de 1987, uma reportagem mencionava as corridas de Lambretta. Tinha até um calendário com todas as provas. E por aqui, alguém tem mais algum registro das nossas corridas?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

CORRIDA DE LAMBRETTA, POR GUSTAVO DELACORTE


Tempos atrás, pigou na minha caixa de e-mail um pedido de informações sobre as corridas de Lambretta. Era o Gustavo Delacorte, estudante de jornalismo de Santos, que precisava fazer uma matéria para um trabalho da faculdade. E para minha supresa ele queria falar sobre as corridas de Lambretta. Na minha opinião acertou em cheio, até porque em Santos, quem nós temos? Grande Chicão. Figurinha carimbada aqui no blog. Eu daria um 10 fácil! Abaixo segue na íntegra do texto do Gsutavo, que foi pessoalmente conversar com o Chicão:

Lambrettas correndo pelas ruas, a poucos centímetros do público, extasiado pelas pequenas e endiabradas máquinas, rasgando o asfalto a cerca de 130 km/h. O cenário pode parecer distante da realidade paulista e digno de um filme europeu, mas já foi realidade nas ruas e nos canais de Santos entre as décadas de 1970 e 1980.

O comerciante Francisco Velasco experimentou a sensação da velocidade sobre duas rodas pela primeira vez em 1962. Tinha 17 anos e trabalhava em uma oficina mecânica há apenas alguns meses. Poucos, mas suficientes para despertar nele uma paixão que dura até hoje. Com o dinheiro que ganhava trabalhando na oficina, Velasco adquiriu sua primeira lambretta. “Parcelei. Pagava 10 mil por mês, com o dinheiro que eu ganhava na oficina. Aprendi tudo sobre motores com apenas seis meses de trabalho”, conta.

E foi com ela que tudo começou. Inspirado nas corridas de bicicleta promovidas por seu pai, Velasco alinhou sua motoneta com outras 85 no grid do autódromo José Carlos Pace, imortalizado pela Fórmula 1 como “Interlagos”, para a disputa de uma prova que teve seis horas de duração.

“Havia 86 lambrettas na pista. Durante a corrida, tive que parar nos boxes por um problema mecânico. Demorei para voltar, pois precisei encontrar o defeito e arrumá-lo. Sabe em que colocação fiquei? Trigésimo oitavo”, conta. “Mas fiquei mal depois da prova. Foram seis horas, sem troca de pilotos. Não conseguia abrir as minhas mãos na hora de descer da moto. Para soltar dos manetes, tive que tirar as mãos como se ainda estivesse os segurando”, completa, simulando o drama vivido.

Velasco correria novamente em Interlagos, inclusive com motocicletas maiores em tamanho e potência. Mas, antes, teria disputas, digamos, bem mais emocionantes, pelas ruas de diversas cidades do interior de São Paulo, entre elas Santos.

“Foi daí que começou. Corri em Rio Claro. Peguei o quarto lugar, se não me engano. Depois, mudei para Assis. As corridas eram sempre na rua. Minha primeira corrida foi em Rio Claro, mas em Assis tinham muitas também”.

O apoio para correr em cidades diferentes vinha das prefeituras e de amigos que também corriam. “Geralmente, um caminhão da prefeitura levava das motos. Em Assis, por exemplo, a levavam para Presidente Prudente quando havia corridas lá”.

“Na Baixada Santista, corri umas 20 vezes. Teve no Casqueiro, em Cubatão. Passava pela Avenida 9 de Abril. Em Vicente de Carvalho também teve. Em Santos, foram muitas. Embora tenha vindo morar aqui em 1968, só passei a fazer parte da organização mais ou menos em 1980”, diz.

Na primeira vez em que veio correr em Santos, Velasco morava em São Paulo. “Um amigo trouxe minha lambretta para Santos em seu caminhão. Nós (os corredores) tínhamos muitas dificuldades para tudo. Lembro de ter corrido no canal quatro, pois me lembro de passar por ele durante a corrida. Também houve no canal sete. O trajeto passava pela casa do Pelé (hoje, no lugar, há um prédio), pela praça onde fica o Rebouças. Também teve corrida na Vila Belmiro”.

As provas eram organizadas pelo Santos Moto Clube, que Velasco chegou, inclusive, a presidir quando passou a se envolver com a coordenação das provas na região. “O Santos Moto Clube organizava as provas, pois era filiado da Federação Paulista de Motociclismo, e corria atrás de tudo, troféus, e patrocínio, quando dava. Era bem organizado. Tinha que mandar um ofício para a secretaria de esportes. Tinha que ter policiamento e ambulâncias, se não a prefeitura não autorizava”.

Não existia patrocínio fixo ou prêmios em dinheiro para os vencedores. Apenas a paixão pela velocidade e pelas lambrettas os movia. “O que dá dinheiro é a Fórmula 1. Nós corríamos apenas pela paixão”, diz Velasco. O público prestigiava bem as provas na Baixada Santista, mas as corridas ferviam mesmo nas cidades do interior de São Paulo, onde verdadeiras multidões compareciam nos locais marcados para acompanhar as corridas.

“No interior era bem mais forte. Em Presidente Prudente, havia um ‘troféu transitório’, como na Copa do Mundo. Quem ganhava duas vezes seguidas levava. E eu o ganhei”, revela.

O veterano das duas rodas conta ainda que, em uma corrida disputada em São Paulo, recebeu o troféu das mãos do então governador da Capital. Uma vez, corri na Vila Maria, em São Paulo. Sabe quem foi entregar? O Carvalho Pinto, governador na época. Não lembro o ano exato, 65, 67, por aí”.

Rivalidade

As disputas ácidas pelas ruas geravam certa rivalidade entre as cidades. Certa vez, Velasco foi alvo dessa rivalidade, quando uma torcedora resolveu lhe acertar “casacadas” toda vez que passava por ela na pista, em uma corrida no interior. “A cada volta que eu passava, levava uma casacada. Eu nem conhecia a mulher, aí quando fui ver no fim da corrida, a minha esposa na época estava se atracando com ela. Passei uma vergonha naquele dia”, conta, aos risos. “A rivalidade existia, mas nada comparada com a dos estádios de futebol, tanto que tenho medo de ir em jogos”, completa.

Motoball

Outro esporte de rua curioso, pouco conhecido na história da cidade, foi o motoball. Consistia em uma partida de futebol em que os jogadores atuavam em cima de lambrettas, e jogavam com uma cerca de três vezes maior que a normalmente usada nos gramados.

“O motoball em Santos nasceu de uma iniciativa minha, junto a um amigo. Os times eram formados de colegas nossos. Teve umas oito vezes na cidade, por aí...”. Devido à falta de interesse, Velasco não promoveu mais o esporte. “Acabou pelas dificuldades. Até porque a lambretta ficou cada vez mais rara. Se fosse pra fazer algo parecido hoje, teria que ser com uma moto atual. Naquela época tinha lambretta pra caramba, mas ninguém se interessava, então fiquei desiludido. As motos eram minhas. Depois do jogo, tinha que fazer manutenção, limpar, mas ninguém ajudava. Só queriam sentar e brincar, aí complica”, lamenta.

Hoje, Velasco é dono de uma adega e divide seu tempo com trabalho, mulher e filhos. Mas ainda arruma intervalos para se dedicar às lambrettas. Ele possui uma do ano 1950, recentemente restaurada.

“Hoje eu me entreguei à bebida, pois montei uma adega”, brinca. “Mas eu amo o motociclismo, não tem jeito. Tenho pouco tempo para minha lambretta, mas trato ela com muito carinho. Meu filho, quando era menor, me perguntava ‘por que você quer essa porcaria?’. Hoje ele vive me perguntando quando vai poder andar nela”, diz Chicão, que também correu na categoria Sport, e de MotoCross.

terça-feira, 27 de julho de 2010

PARABÉNS MOTOCICLISTA

27 de julho é o dia Nacional do Motociclista

Parabéns para você Motociclista, apaixonado por essas máquinas de 2 rodas.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

UMA LAMBRETTA DE CORRIDA #2










Aos poucos, as coisas vão aparecendo. Outra descoberta do Carlos Murari Jr. Mais uma Lambretta de corrida está salva. Sineval Piva, de Jaú, restaurou a Lambretta de um outro corredor, de Jaú também: Gilberto Dário de Pederneiras. Ficou show.

sábado, 30 de janeiro de 2010

LAMBRETTA DE VOLTA AS PISTAS

A confirmação da lista de inscritos nas três categorias da MotoGP para 2010 — a principal MotoGP, a novata Moto2 e a clássica 125cc — trouxe um nome inesperado na série de acesso: o retorno da marca Lambretta às pistas. Uma das mais tradicionais montadoras de motocicletas do mundo, e praticamente um sinônimo de motos do tipo scooter, a Lambretta volta a competir no Mundial após quase 60 anos com duas motos, com os pilotos Marco Ravaioli e Luis Salom. O diretor de marketing John Scully revelou que a Lambretta planejou nos últimos dois anos o seu retorno à MotoGP. "É um dia maravilhoso para a Lambretta.

Estamos muito felizes por estarmos de volta às pistas e competir em um esporte tão emocionante. Vai ser muito divertido correr contra as principais marcas e ver o que acontece. Estamos determinados a desenvolver uma tecnologia vencedora que possa ser utilizada para inovar as nossas scooters", explicou. Participante do Mundial entre 1950 e 1953, a Lambretta vai assumir os espólios da equipe Loncin, de origem chinesa, que deixou a categoria. As instalações e o time serão os mesmos, baseados em Bolonha, mas o quadro e o motor da moto serão totalmente novos.

Link: Grande Premio IG