quinta-feira, 8 de novembro de 2012
DOMINGO NO PARQUE DA LUZ – 4/11/2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
AMERICAN GIRL IN ITALY
1951, Florença, Itália. De um lado a bela jovem Ninalee Craig, com 23 anos passeia solitária pela cidade, atraindo os mais libidinosos olhares por onde passa. Por trás da lente, a fotógrafa Ruth Orkin, então com 29 anos. Um click, um instante e American Girl in Italy foi eternizada. Alguns dizem que foi tudo combinado. Prefiro acreditar que a fotógrafa Ruth estava no lugar certo, na hora certa. E, alí no canto direito, uma bela Lambretta Standart quase passa despercebida...
Recentemente, em 2011, Nenalee fez um aparição em uma exposição com as obras de Ruth. Vale a visita ao site da fotógrafa aqui.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
VAI CASAR? VÁ DE LAMBRETTA
quarta-feira, 8 de junho de 2011
LAMBRETTA EM CURITIBA - 1961
Vasculhando umas revista antigas, encontrei essa foto de 1961. Olhando no canto esquerdo da foto o que temos? Uma bela Lambretta LI. Na legenda estava escrito que era o centro de Curitiba. Alguém consegue decifrar a esquina? Acho que vou fazer uma fezinha nos cavalos do Jockey Club do Paraná.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
LANÇAMENTO XISPA 1975

Procurando sempre se acha algo interesante. Comprei essa foto ai, que foi feita em 1975. Segundo o texto no verso, "A linha 75 da Pasco – A nova Xispa reune beleza, velocidade e economia. DC - 27 a 31/3/75." Acho que DC pode ser o Jornal Diário do Comércio, será? A marcação em caneta indica que ela seria digitalizada, com 2 colunas, e 8,5 de altura...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
ENCONTRO DE AMIGOS


segunda-feira, 2 de agosto de 2010
CORRIDA DE LAMBRETTA, POR GUSTAVO DELACORTE

Lambrettas correndo pelas ruas, a poucos centímetros do público, extasiado pelas pequenas e endiabradas máquinas, rasgando o asfalto a cerca de 130 km/h. O cenário pode parecer distante da realidade paulista e digno de um filme europeu, mas já foi realidade nas ruas e nos canais de Santos entre as décadas de 1970 e 1980.
O comerciante Francisco Velasco experimentou a sensação da velocidade sobre duas rodas pela primeira vez em 1962. Tinha 17 anos e trabalhava em uma oficina mecânica há apenas alguns meses. Poucos, mas suficientes para despertar nele uma paixão que dura até hoje. Com o dinheiro que ganhava trabalhando na oficina, Velasco adquiriu sua primeira lambretta. “Parcelei. Pagava 10 mil por mês, com o dinheiro que eu ganhava na oficina. Aprendi tudo sobre motores com apenas seis meses de trabalho”, conta.

“Havia 86 lambrettas na pista. Durante a corrida, tive que parar nos boxes por um problema mecânico. Demorei para voltar, pois precisei encontrar o defeito e arrumá-lo. Sabe em que colocação fiquei? Trigésimo oitavo”, conta. “Mas fiquei mal depois da prova. Foram seis horas, sem troca de pilotos. Não conseguia abrir as minhas mãos na hora de descer da moto. Para soltar dos manetes, tive que tirar as mãos como se ainda estivesse os segurando”, completa, simulando o drama vivido.
Velasco correria novamente em Interlagos, inclusive com motocicletas maiores em tamanho e potência. Mas, antes, teria disputas, digamos, bem mais emocionantes, pelas ruas de diversas cidades do interior de São Paulo, entre elas Santos.

O apoio para correr em cidades diferentes vinha das prefeituras e de amigos que também corriam. “Geralmente, um caminhão da prefeitura levava das motos. Em Assis, por exemplo, a levavam para Presidente Prudente quando havia corridas lá”.
“Na Baixada Santista, corri umas 20 vezes. Teve no Casqueiro, em Cubatão. Passava pela Avenida 9 de Abril. Em Vicente de Carvalho também teve. Em Santos, foram muitas. Embora tenha vindo morar aqui em 1968, só passei a fazer parte da organização mais ou menos em 1980”, diz.
Na primeira vez em que veio correr em Santos, Velasco morava em São Paulo. “Um amigo trouxe minha lambretta para Santos em seu caminhão. Nós (os corredores) tínhamos muitas dificuldades para tudo. Lembro de ter corrido no canal quatro, pois me lembro de passar por ele durante a corrida. Também houve no canal sete. O trajeto passava pela casa do Pelé (hoje, no lugar, há um prédio), pela praça onde fica o Rebouças. Também teve corrida na Vila Belmiro”.
As provas eram organizadas pelo Santos Moto Clube, que Velasco chegou, inclusive, a presidir quando passou a se envolver com a coordenação das provas na região. “O Santos Moto Clube organizava as provas, pois era filiado da Federação Paulista de Motociclismo, e corria atrás de tudo, troféus, e patrocínio, quando dava. Era bem organizado. Tinha que mandar um ofício para a secretaria de esportes. Tinha que ter policiamento e ambulâncias, se não a prefeitura não autorizava”.
Não existia patrocínio fixo ou prêmios em dinheiro para os vencedores. Apenas a paixão pela velocidade e pelas lambrettas os movia. “O que dá dinheiro é a Fórmula 1. Nós corríamos apenas pela paixão”, diz Velasco. O público prestigiava bem as provas na Baixada Santista, mas as corridas ferviam mesmo nas cidades do interior de São Paulo, onde verdadeiras multidões compareciam nos locais marcados para acompanhar as corridas.
“No interior era bem mais forte. Em Presidente Prudente, havia um ‘troféu transitório’, como na Copa do Mundo. Quem ganhava duas vezes seguidas levava. E eu o ganhei”, revela.
O veterano das duas rodas conta ainda que, em uma corrida disputada em São Paulo, recebeu o troféu das mãos do então governador da Capital. Uma vez, corri na Vila Maria, em São Paulo. Sabe quem foi entregar? O Carvalho Pinto, governador na época. Não lembro o ano exato, 65, 67, por aí”.
Rivalidade
As disputas ácidas pelas ruas geravam certa rivalidade entre as cidades. Certa vez, Velasco foi alvo dessa rivalidade, quando uma torcedora resolveu lhe acertar “casacadas” toda vez que passava por ela na pista, em uma corrida no interior. “A cada volta que eu passava, levava uma casacada. Eu nem conhecia a mulher, aí quando fui ver no fim da corrida, a minha esposa na época estava se atracando com ela. Passei uma vergonha naquele dia”, conta, aos risos. “A rivalidade existia, mas nada comparada com a dos estádios de futebol, tanto que tenho medo de ir em jogos”, completa.
Motoball
Outro esporte de rua curioso, pouco conhecido na história da cidade, foi o motoball. Consistia em uma partida de futebol em que os jogadores atuavam em cima de lambrettas, e jogavam com uma cerca de três vezes maior que a normalmente usada nos gramados.

Hoje, Velasco é dono de uma adega e divide seu tempo com trabalho, mulher e filhos. Mas ainda arruma intervalos para se dedicar às lambrettas. Ele possui uma do ano 1950, recentemente restaurada.
“Hoje eu me entreguei à bebida, pois montei uma adega”, brinca. “Mas eu amo o motociclismo, não tem jeito. Tenho pouco tempo para minha lambretta, mas trato ela com muito carinho. Meu filho, quando era menor, me perguntava ‘por que você quer essa porcaria?’. Hoje ele vive me perguntando quando vai poder andar nela”, diz Chicão, que também correu na categoria Sport, e de MotoCross.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
VESPA PARKING ONLY
Tempos atrás, mais precisamente entre abril de 2008 e março de 2009, tive a oportunidade de trabalhar junto com o designer Cassio Leitão. Durante a minha passagem pelo seu studio, um dia ele me disse que queria fazer uma viagem. Mas não uma simples viagem, mas uma volta pela América, de Norte a Sul. Alguns meses se passaram e um dia ele chega no studio e me fala: "Vou fazer a viagem que tinha te falado." Acompanhei o início da preparação da viagem, da escolha do carro, da personalização, do roteiro e outros detalhes. Acabei saindo do studio, mas não perdi o contato com o Cassio. Eu acompanhando seus preparetivos e ele acompanhando a minha restauração da Lambretta. Em dezembro do ano passado, Cassio e família (Paula, Dora e Vicente) partiram na sua aventura. Semana passada avisei que a Lambretta havia nascido. Acompanho a aventura deles pelo blog, e neste post, o Cassio fez uma foto clássica, para os amantes dos motores 2 tempos. Valeu Cassio. E se quiserem acomapnhar a aventura da família Leitão é só acessar o blog. Voltem logo. sexta-feira, 12 de março de 2010
MOTOBALL EM SANTOS






segunda-feira, 23 de novembro de 2009
LAMBRETTAS EM CAMPINAS

Nesse fim de semana recebi esta foto aí de cima por e-mail. Quem enviou, e conta a história é Ronaldo Topete.
"Já tive diversas lambretas LI, LD e Vespas, mas como as Lambrettas se tornaram extremamente raras e caras consegui apenas "segurar" 3 vespa, uma 1960 que está em restauração,uma 1973 Rally, (caracterizada de corrida) e uma PX 200 1988 que quando me casei e vendi meu carro, foi minha condução por um ano e meio todo o dia de Jundiai/Campinas...
Estou te mandando um recorte do Jornal Correio Popular de Campínas (possivelmente de 1990) que era de uma reportagem falando de uns dos primeiros clubes de Lambrettas e Vespas de Campinas... Infelizmente só consegui guardar a foto... Se vc der uma olhada na janela da casa, me lembro de ter lido na matéria que era um mecânico que cedia a casa nos fins de semana para a brotolândia se reunir com as motonetas... idos de 1960. A foto está ruim, mas é que é de jornal velho...
Um forte abraço, Ronaldo Topete"
Valeu Ronaldo!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
SOBRE O MINHOCÃO POR CRISTIANO MASCARO

Fonte: Imã Foto Galeria
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
CLASSIC SHOW #5 - 2001

Acabo de comprar mais uma revista que tem matéria sobre as Lambrettas. Mais uma vez, quem deu as dicas foi o Osmani, falando que uma das maiores concessionárias da época era a Jodora, que era do proprietário da marca Lambretta no Brasil.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
IMAGENS DO DIA - LAMBRETTA NO UOL

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
LIAM GALLAGHER DE LAMBRETTA
A saída do guitarrista Noel Gallagher do Oasis pode acabar de vez com a banda. O guitarrista Gem Archer, o baixista Andy Bell e o baterista Chris Sharrock não pretendem seguir com a banda porque não saberiam lidar com Liam. Noel Gallagher anunciou sua saída da banda, depois de 18 anos, na sexta-feira passada (28) em Paris, pouco antes de subir ao palco do festival Rock En Seine.
O produtor musical Alan McGee, que descobriu o Oasis afirmou que esta briga entre Noel e Liam "foi a pior que eles já tiveram, e eles já tiveram algumas muito ruins". Mas ele prevê uma reconciliação. "Eles se amam e vão ficar juntos de novo. Eu acho que vamos ver uma turnê de reunião em uns cinco anos", disse McGee.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
GRANDES PILOTOS BRASILEIROS
Domingo passado (05/07), no encontro na Estação da Luz, estava vasculhando uma das barracas de revistas e livros antigos, quando encontrei um exemplar que procurava a muito tempo: Os Grandes Pilotos de Todos os Tempos, da Abril Cultural. Procurava este exemplar por ter uma foto do Wilsinho Fittipaldi, em uma foto postada anteriormente aqui. Mais um garimpado para a coleção.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO



quarta-feira, 17 de junho de 2009
ACIDENTE DE LAMBRETTA NO RS

Fonte:Fotos Antigas RS
sexta-feira, 22 de maio de 2009
LAMBRETTA PELAS RUAS - III
Domingo retrasado, dia das Mães, meu irmão (Wellinton) e eu estavamos passando de moto perto de casa, quando demos de cara com um rapaz em uma Lambretta LI! Meu irmão, que estava na garupa, ainda consegui fazer esta foto, mas não conseguimos retornar para falar com o dono desta belezinha. Ainda acho ele pelo bairro.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
LAMBRETTA BR 150


Em janeiro de 1980, a Revista 4 Rodas #234 trazia em sua edição um teste com a Lambretta BR 150. Baseada nos modelos Xispa, a moto pesava 118 kg, tinha motor 2 tempos de 148cm3, um alto consumo e um baixo desempenho, fazendo 20,16km/l. Seu tanque tinha capacidade para 10,5l. O preço? CR$44.000,00.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
ABANDONADA












