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segunda-feira, 25 de junho de 2012

AMERICAN GIRL IN ITALY


1951, Florença, Itália. De um lado a bela jovem Ninalee Craig, com 23 anos passeia solitária pela cidade, atraindo os mais libidinosos olhares por onde passa. Por trás da lente, a fotógrafa Ruth Orkin, então com 29 anos. Um click, um instante e American Girl in Italy foi eternizada. Alguns dizem que foi tudo combinado. Prefiro acreditar que a fotógrafa Ruth estava no lugar certo, na hora certa. E, alí no canto direito, uma bela Lambretta Standart quase passa despercebida...


Recentemente, em 2011, Nenalee fez um aparição em uma exposição com as obras de Ruth. Vale a visita ao site da fotógrafa aqui.


Ninalle Craig, em 2011, com 83 ano posa ao lado de si mesma, na foto American Gril in Italy

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

LAMBRETTA: DEVAGAR E SEMPRE

Isso precisa acontecer mais no Brasil. Tino Sacchi e Nadia Amilenni, italianos e ambos com 61 anos, rodam o mundo em suas Lambrettas. Ele, com uma modelo A, de 1947. Ela com uma Standard 1953.

A primeira aventura do casal foi em 1995, para o norte da Europa, mais precisamente até a Noruega. 8.500km em 22 dias. Já fizeram também Nova York-São Francisco, Sidney-Perth e Buenos Aires-Ashuaia.

Tino é o idealizador e responsável pelo 1º Eurolambretta, em 1989, que aconteceu na França, reunindo cerca de 270 motonetas. Logo logo quero ver uma expedição brasileira à Eurolambretta.

Fonte: Estadão, 8 de abril de 2008

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

LAMBRETTAS NO PROGRAMA TV TEM


Esse post está mais de um ano atrasado. Já tinha colocado outros 4 vídeos da reinauguração do Kartódromo de Jaú, mas não o vídeo de programa De Ponta a Ponta, que foi ao ar em 22/7/2010. Agradecimentos ao Carlos Murari Jr. e ao seu pai, Carlos Murari.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

KART BUG WASP 1960 COM MOTOR PASCO LAMBRETTA 175 CC

Estava lendo outro dia a revista 4 Rodas, Fevereiro de 2010, onde encontrei uma máteria que me chacou a atenção. Era sobre um kart com motor de Lambretta. Fui atrás e encontrei o Marcelo.

Marcelo Afornali é mais um infectado pela gasolina. Ele e o pai, Danilo Afornali – 7x Campeão Paranaense de motociclismo, foram os responsáveis pelos motores de muitos títulos, e, em 1996, o próprio Marcelo foi campeão Parananese de velocidade (último ano da categoria).

Mas tudo isso resultou nesse Kart Bug Waso, 1960, comprado literalmente em um ferro-velho, em março de 2009. Após alguma pesquisa, percebeu que o motor utilizado na época eram os mesmos das Lambrettas. "Até meados de 65, eram utilizados os motores de Lambretta. Depois os mesmos motores foram usados em mini-carros de competição para crianças", diz Marcelo. Sem titubear, restaurou o kart com um motor Pasco Lambretta 175cc. O restauro levou cerca de 9 meses.

Mais fotos e a história desse kart tão especial estão aqui. Mas tudo isso e muit mais acabou virando um belo site, chamdo: Museu do Kart. Uma salva de palmas para o Marcelo, que ajuda a preservar viva a história do kart no Brasil. Em breve as histórias do seu pai, sr. Danilo.


Antes da restauração

Antes da restauração



O motor ainda ostenta a placa original da Pasco Lambretta





quarta-feira, 20 de julho de 2011

MUSEU CASA LAMBRETTA

Esse vídeo é uma linha do tempo de todas as Lambrettas "Made in Italy". Recentemente, um Mini-Saia foi importada e restaurada – quando estive lá, pude vê-la pessoalmente, ainda sem restauro e com placas de SP – e foi adicionada ao Museu. Ao redor do salão ficam as Lambrettas e as Vespas. No centro um mix de várias motonetas, vindas de todo o mundo (fotos em breve, mas recentemente o Museu foi modificado). Vale a visita. Eu que o diga. Fiquei 3 horas por lá e ainda fui embora para Milão de carona com o próprio Vittorio Tessera.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O TIJOLO, LAMBRATE E A FÁBRICA DA LAMBRETTA

Só agora, depois de alguns meses, estou conseguindo postar o que consegui visitar, ver e percorrer em Milão, atrás das histórias da Lambretta.

Semanas antes de embarcar, procurei no Google Maps a localização da extinta fábrica da Lambretta, no bairro de Lambrate. Imprimi o mapa e o guardei. Mas isso é papo para outro post, em breve.

O que tenho para mostrar foi uma lembrancinha que trouxe na mala. Um tijolo da fachada da fabrica da Lambretta. A mala poderia até se perder, mas o tijolo... Veio embalado entre praticamente todas as roupas, toalha e meias. Mas valeu a pena. Esse vai para a minha estante.

A estação de metrô mais perto da fábrica.

Por todos os lados, ônibus, bondes e placas indicando que eu estava no caminho certo.

Placa na avenida da fábrica.

A parede atacada.

Local onde literalmente pulei a cerca.

O troféu.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

LAMBRETTA NOS JOGOS OLIMPICOS DE ROMA - 1960

Exemplar de número 12 da Lambretta utilizada nas Olímpiadas de Roma, 1960, que está no Museu da Casa Lambretta

A Lambretta foi um dos carros oficiais dos Jogos Olímpicos de 1960


Sempre que posso, colaboro com o Forum Motoneta Brasil. E neste fim de semana, vi neste tópico, criado pelo Jean Fabricio, que tem o blog Lambretta, em que ele postou 2 fotos de uma restauração de uma LI nos moldes de uma das 80 Lambrettas que foram utilizadas nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Pelo que consegui pesquisar, restam apenas 3 exemplares, sendo que 1 está no Museu da Casa Lambretta, em Rodano. O passa a passo da restauração esta aqui.

No ano passado estive por lá e pude ver pessoalmente este exemplar. É o de número 12. Está lá, intacto, sem restauração e acho que deve ficar assim. Nem sempre o exemplar mais lindo é o que tem a pintura mais brilhante ou que está impecável. Certos registros devem ficar assim, intactos, para contar a história como ela realmente foi. No site da MM Lambretta, encontrei mais algumas fotos. Um show a parte.

Pintura perfeita, nos moldes das utilizadas em 1960

Material da época, 1960

Material da época, 1960

quarta-feira, 16 de março de 2011

20.000KM DE LAMBRETTA

No dia 15 de outubro de 1955, Fritz Bunte e Hans Foerst iniciaram seu percurso de 20.000km de Lambretta. Saíram de São Paulo para Manaus e voltaram por Petrolina, Goiânia chegando em Porto Alegre. Não contentes, voltaram para São Paulo. Tudo isso para testar os pneus Pirelli 400-8, especiais para Lambretta. E o melhor, sem nenhum acidente.

E aí Pirelli, não quer patrocinar uma nova viagem? O anúncio foi publicado na Folha da Manhã de 16/2/1956.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

LAMBRETTA CLUBE DE SANTO ANDRÉ

O Mercado Livre nos revela algumas supresas. Essa aí foi demais. Uma flâmula do Lambretta Clube de Santo André. Fundado em 29/6/1960. Temos algum integrante do clube por aí?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

COMÉRCIO DE JAHU - 4 DE SETEMBRO DE 1977

Mais uma contribuição do Carlos Murari Jr., que me envou uns reprints de matérias com as vitórias do Pai – Carlos Miurari. Essa aí foi 1977. Aos poucos vou postando.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

TRIBUNA IMPRESSA - ARARAQUARA - ABRIL DE 2002

Mais uma contribuição do Carlos Murari Jr., que me envou uns reprints de matérias com as vitórias do Pai – Carlos Miurari e Waldemar Zago, que é preparador de motores. Essa aí foi 2002.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

COMÉRCIO DE JAHU - 28 DE AGOSTO DE 1977

Mais uma contribuição do Carlos Murari Jr., que me envou uns reprints de matérias com as vitórias do Pai – Carlos Miurari. Essa aí foi 1977. Aos poucos vou postando.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

2 ANOS DE LAMBRETTA BRASIL

Exatamente neste dia, 2 anos atrás começava o Lambretta Brasil. Nesse tempo, a minha Lambretta já ficou pronta e o que era um espaço para para contar a minha história com a minha Lambretta LI, tornou-se um lugar de encontro, troca de idéias e ajuda a outros Lambrettistas. Espero que seja assim por muito tempo, divulgando e registrando a história dos motores 2 tempos no Brasil e no mundo. Obrigado a todos que acompanham e sempre me ajudam como blog. Valeu!

OBS: Essa foto foi publicada no site Lambrettas e Fuscas, com o seguinte texto: A Lambretta 3.000.000 já foi feito na fábrica Eibar na Espanha e foi a TV 175 feito para comemorar este marco na história da Lambretta então eu acho que o scooter atrás do outro no forground com os 3.000.000 de que será a TV segundo a ser feito em Espanha. Sendo que este modelo TV não chegou ao Brasil.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

COMÉRCIO DE JAHU - 30 DE AGOSTO DE 1977


Mais uma contribuição do Carlos Murari Jr., que me envou uns reprints de matérias com as vitórias do Pai – Carlos Miurari. Essa aí foi 1977. Aos poucos vou postando.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

CORRIDA DE LAMBRETTA, POR GUSTAVO DELACORTE


Tempos atrás, pigou na minha caixa de e-mail um pedido de informações sobre as corridas de Lambretta. Era o Gustavo Delacorte, estudante de jornalismo de Santos, que precisava fazer uma matéria para um trabalho da faculdade. E para minha supresa ele queria falar sobre as corridas de Lambretta. Na minha opinião acertou em cheio, até porque em Santos, quem nós temos? Grande Chicão. Figurinha carimbada aqui no blog. Eu daria um 10 fácil! Abaixo segue na íntegra do texto do Gsutavo, que foi pessoalmente conversar com o Chicão:

Lambrettas correndo pelas ruas, a poucos centímetros do público, extasiado pelas pequenas e endiabradas máquinas, rasgando o asfalto a cerca de 130 km/h. O cenário pode parecer distante da realidade paulista e digno de um filme europeu, mas já foi realidade nas ruas e nos canais de Santos entre as décadas de 1970 e 1980.

O comerciante Francisco Velasco experimentou a sensação da velocidade sobre duas rodas pela primeira vez em 1962. Tinha 17 anos e trabalhava em uma oficina mecânica há apenas alguns meses. Poucos, mas suficientes para despertar nele uma paixão que dura até hoje. Com o dinheiro que ganhava trabalhando na oficina, Velasco adquiriu sua primeira lambretta. “Parcelei. Pagava 10 mil por mês, com o dinheiro que eu ganhava na oficina. Aprendi tudo sobre motores com apenas seis meses de trabalho”, conta.

E foi com ela que tudo começou. Inspirado nas corridas de bicicleta promovidas por seu pai, Velasco alinhou sua motoneta com outras 85 no grid do autódromo José Carlos Pace, imortalizado pela Fórmula 1 como “Interlagos”, para a disputa de uma prova que teve seis horas de duração.

“Havia 86 lambrettas na pista. Durante a corrida, tive que parar nos boxes por um problema mecânico. Demorei para voltar, pois precisei encontrar o defeito e arrumá-lo. Sabe em que colocação fiquei? Trigésimo oitavo”, conta. “Mas fiquei mal depois da prova. Foram seis horas, sem troca de pilotos. Não conseguia abrir as minhas mãos na hora de descer da moto. Para soltar dos manetes, tive que tirar as mãos como se ainda estivesse os segurando”, completa, simulando o drama vivido.

Velasco correria novamente em Interlagos, inclusive com motocicletas maiores em tamanho e potência. Mas, antes, teria disputas, digamos, bem mais emocionantes, pelas ruas de diversas cidades do interior de São Paulo, entre elas Santos.

“Foi daí que começou. Corri em Rio Claro. Peguei o quarto lugar, se não me engano. Depois, mudei para Assis. As corridas eram sempre na rua. Minha primeira corrida foi em Rio Claro, mas em Assis tinham muitas também”.

O apoio para correr em cidades diferentes vinha das prefeituras e de amigos que também corriam. “Geralmente, um caminhão da prefeitura levava das motos. Em Assis, por exemplo, a levavam para Presidente Prudente quando havia corridas lá”.

“Na Baixada Santista, corri umas 20 vezes. Teve no Casqueiro, em Cubatão. Passava pela Avenida 9 de Abril. Em Vicente de Carvalho também teve. Em Santos, foram muitas. Embora tenha vindo morar aqui em 1968, só passei a fazer parte da organização mais ou menos em 1980”, diz.

Na primeira vez em que veio correr em Santos, Velasco morava em São Paulo. “Um amigo trouxe minha lambretta para Santos em seu caminhão. Nós (os corredores) tínhamos muitas dificuldades para tudo. Lembro de ter corrido no canal quatro, pois me lembro de passar por ele durante a corrida. Também houve no canal sete. O trajeto passava pela casa do Pelé (hoje, no lugar, há um prédio), pela praça onde fica o Rebouças. Também teve corrida na Vila Belmiro”.

As provas eram organizadas pelo Santos Moto Clube, que Velasco chegou, inclusive, a presidir quando passou a se envolver com a coordenação das provas na região. “O Santos Moto Clube organizava as provas, pois era filiado da Federação Paulista de Motociclismo, e corria atrás de tudo, troféus, e patrocínio, quando dava. Era bem organizado. Tinha que mandar um ofício para a secretaria de esportes. Tinha que ter policiamento e ambulâncias, se não a prefeitura não autorizava”.

Não existia patrocínio fixo ou prêmios em dinheiro para os vencedores. Apenas a paixão pela velocidade e pelas lambrettas os movia. “O que dá dinheiro é a Fórmula 1. Nós corríamos apenas pela paixão”, diz Velasco. O público prestigiava bem as provas na Baixada Santista, mas as corridas ferviam mesmo nas cidades do interior de São Paulo, onde verdadeiras multidões compareciam nos locais marcados para acompanhar as corridas.

“No interior era bem mais forte. Em Presidente Prudente, havia um ‘troféu transitório’, como na Copa do Mundo. Quem ganhava duas vezes seguidas levava. E eu o ganhei”, revela.

O veterano das duas rodas conta ainda que, em uma corrida disputada em São Paulo, recebeu o troféu das mãos do então governador da Capital. Uma vez, corri na Vila Maria, em São Paulo. Sabe quem foi entregar? O Carvalho Pinto, governador na época. Não lembro o ano exato, 65, 67, por aí”.

Rivalidade

As disputas ácidas pelas ruas geravam certa rivalidade entre as cidades. Certa vez, Velasco foi alvo dessa rivalidade, quando uma torcedora resolveu lhe acertar “casacadas” toda vez que passava por ela na pista, em uma corrida no interior. “A cada volta que eu passava, levava uma casacada. Eu nem conhecia a mulher, aí quando fui ver no fim da corrida, a minha esposa na época estava se atracando com ela. Passei uma vergonha naquele dia”, conta, aos risos. “A rivalidade existia, mas nada comparada com a dos estádios de futebol, tanto que tenho medo de ir em jogos”, completa.

Motoball

Outro esporte de rua curioso, pouco conhecido na história da cidade, foi o motoball. Consistia em uma partida de futebol em que os jogadores atuavam em cima de lambrettas, e jogavam com uma cerca de três vezes maior que a normalmente usada nos gramados.

“O motoball em Santos nasceu de uma iniciativa minha, junto a um amigo. Os times eram formados de colegas nossos. Teve umas oito vezes na cidade, por aí...”. Devido à falta de interesse, Velasco não promoveu mais o esporte. “Acabou pelas dificuldades. Até porque a lambretta ficou cada vez mais rara. Se fosse pra fazer algo parecido hoje, teria que ser com uma moto atual. Naquela época tinha lambretta pra caramba, mas ninguém se interessava, então fiquei desiludido. As motos eram minhas. Depois do jogo, tinha que fazer manutenção, limpar, mas ninguém ajudava. Só queriam sentar e brincar, aí complica”, lamenta.

Hoje, Velasco é dono de uma adega e divide seu tempo com trabalho, mulher e filhos. Mas ainda arruma intervalos para se dedicar às lambrettas. Ele possui uma do ano 1950, recentemente restaurada.

“Hoje eu me entreguei à bebida, pois montei uma adega”, brinca. “Mas eu amo o motociclismo, não tem jeito. Tenho pouco tempo para minha lambretta, mas trato ela com muito carinho. Meu filho, quando era menor, me perguntava ‘por que você quer essa porcaria?’. Hoje ele vive me perguntando quando vai poder andar nela”, diz Chicão, que também correu na categoria Sport, e de MotoCross.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

VESPA PARKING ONLY

Tempos atrás, mais precisamente entre abril de 2008 e março de 2009, tive a oportunidade de trabalhar junto com o designer Cassio Leitão. Durante a minha passagem pelo seu studio, um dia ele me disse que queria fazer uma viagem. Mas não uma simples viagem, mas uma volta pela América, de Norte a Sul. Alguns meses se passaram e um dia ele chega no studio e me fala: "Vou fazer a viagem que tinha te falado." Acompanhei o início da preparação da viagem, da escolha do carro, da personalização, do roteiro e outros detalhes. Acabei saindo do studio, mas não perdi o contato com o Cassio. Eu acompanhando seus preparetivos e ele acompanhando a minha restauração da Lambretta. Em dezembro do ano passado, Cassio e família (Paula, Dora e Vicente) partiram na sua aventura. Semana passada avisei que a Lambretta havia nascido. Acompanho a aventura deles pelo blog, e neste post, o Cassio fez uma foto clássica, para os amantes dos motores 2 tempos. Valeu Cassio. E se quiserem acomapnhar a aventura da família Leitão é só acessar o blog. Voltem logo.

3 Américas 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

3º ENCONTRO DE MOTOS ANTIGAS NO PÁTEO DO COLÉGIO

Ainda sobre o encontro no Páteo do Colégio, fui pegar um poster para guardar e acabei conseguindo um postal da 3ª edição. Pelas minhas contas deve ser de 2006.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

UMA LAMBRETTA DE CORRIDA #2










Aos poucos, as coisas vão aparecendo. Outra descoberta do Carlos Murari Jr. Mais uma Lambretta de corrida está salva. Sineval Piva, de Jaú, restaurou a Lambretta de um outro corredor, de Jaú também: Gilberto Dário de Pederneiras. Ficou show.

quarta-feira, 17 de março de 2010

CONVITE PARA CORRIDA

Direto do Baú do Chicão. Um convite para uma das corridas nos idos de 1979. Onde será que foi parar o cartaz do envento...


Jaú, 06 de junho de 1979

Ilmo. Sr.
Motolan
Rua Luiza Maluco, nº80 (Chicão)
Santos – S.P.

Prezado Senhor

Venho atraves desta convidar V.Sª para participar da 1ª Etapa do Campeonato Interestadual de Lambreta - a ser realizado nesta cidade de Jaú, no próximo dia 24 de junho, com início previsto para as 13:00 horas, no jardim Maria Luiza, com pista de 2.000 metros totalmente pavimentada.

Haverá duas provas (passeio e especial), sendo que as referidas provas são patrocinadas pelo Jaú Moto Club em colaboração com a Prefeitura Municipal de Jaú, tudo conforme cartaz que segue em anexo.

Atenciosamente,
Jaú Moto Club

sexta-feira, 12 de março de 2010

MOTOBALL EM SANTOS






Mais algumas fotos do Baú do Chicão, que organizava partidas de Motoball com Lambrettas, em Santos, em plena praia.